No dia 27 de fevereiro, o meu portefólio de curto prazo estava a superar largamente o S&P500. Mas em poucas semanas, ficou novamente em linha com o índice.

Claro que uma desvalorização destas é psicologicamente desafiante, sobretudo pela diferença tão significativa no valor da carteira.
VOLATILIDADE FAZ PARTE DO JOGO
Nesta carteira tenho ações de empresas com maior volatilidade e, para as ter em carteira, é preciso aceitar essa volatilidade. Mais importante ainda, compreender bem onde estou a investir e perceber se a queda vem de mudanças nos fundamentos.
Quem está na comunidade sabe que eu não faço trading e que as posições de curto prazo que abro são apenas em empresas que não pretendo manter durante vários anos. Mas isso não significa que uma queda no gráfico determine uma venda.
O MERCADO NÃO RESPEITA LINHAS NUM GRÁFICO
Já tive subscrições de traders dos EUA para acompanhar as transações que faziam. Houve fases em que até me levantava de noite por causa de alertas para fazer transações. Com o tempo, percebi que o mercado não respeita linhas desenhadas num gráfico. Quando algo realmente muda, é quase sempre por fatores que vão muito além da análise técnica.
O objetivo não é correr elevados riscos, mas encontrar um equilíbrio entre risco e recompensa. A ideia é assumir o risco necessário para ter um retorno interessante, sem comprometer a estabilidade do portefólio.
Claro que, se o conflito escalar e entrarmos num bear market, algumas posições de curto prazo poderão ser mais penalizadas e a tese pode deixar de fazer sentido.







