Resumo rápido
- O S&P 500 recuperou a máximos a uma velocidade rara, mas o petróleo está em níveis elevados.
- A energia cara reflete-se nas matérias-primas agrícolas e nos fertilizantes.
- Fertilizantes mais caros encarecem a produção de alimentos, com possíveis oportunidades em quem beneficia do movimento.
Em apenas 5 semanas, as ações nos EUA valorizaram cerca de 15%. Desde 1928, o S&P 500 nunca tinha regressado tão depressa a máximos após uma queda deste género.

No entanto, o petróleo também se encontra em níveis muito elevados, típico de um choque económico e associado a pressão ascendente sobre a inflação.

Da energia às matérias-primas
A subida da energia reflete-se nas matérias-primas, sobretudo na agricultura, porque aumenta os custos de produção, fertilizantes, maquinaria e transporte.

Como se vê no gráfico, as subidas do petróleo tendem a ser seguidas por subidas nas matérias-primas agrícolas.

O efeito nos fertilizantes
Os fertilizantes já estão a refletir esta pressão, com subidas mensais entre as mais elevadas da última década.

Isto é relevante porque os fertilizantes são um dos principais custos dos agricultores. Quando disparam, produzir alimentos fica imediatamente mais caro.

No IFI Premium publico uma análise detalhada com os dados, riscos e empresas que podem beneficiar deste movimento.













